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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Orelhões darão acesso à internet


Condenados à obsolescência após a popularização dos smartphones e a queda no preço dos serviços de telefonia móvel, os orelhões procuram um novo papel a desempenhar. Proposta em análise na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pretende transformá-los em transmissores de Wi-Fi para desafogar a rede 3G ou em pontos de acesso à internet com visor, para consultar dados como mapas, endereços e telefones.

Já existem orelhões com sinal de Wi-Fi em testes no Rio de Janeiro. A vantagem, destaca a conselheira Emília Ribeiro, da Anatel, é que a faixa de uso do serviço não está congestionada - ao contrário do 3G.

Caberia às concessionárias estabelecer uma forma de cobrança pelo uso desse serviço de telecomunicações. Também está em discussão elevar a quantidade de meios para pagamento da ligação com o uso de cartão de crédito e moedas.

Outra proposta prevê a instalação de telas e visores nos orelhões, para que usuários possam, por exemplo, acessar catálogos de telefones e endereços ou procurar a localização de um restaurante.

"Seria uma forma de aumentar a inclusão digital no País e facilitar a vida de turistas brasileiros e estrangeiros", afirma Emilia Ribeiro. O desafio, ela reconhece, é o combate ao vandalismo, que danifica boa parte dos orelhões em todo o País.
"Os orelhões estão perdendo, rapidamente, a utilidade do passado. Mas eles estão lá, nas ruas, e devem servir para novas prioridades. Trata-se de um patrimônio público que não precisa ser construído, apenas modificado", disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Foi por essa razão que a Anatel decidiu ouvir a população e elaborar um estudo para tentar revitalizar o telefone público. A proposta recebeu mais de 200 contribuições, muito mais do que o órgão regulador costuma obter em audiências públicas sobre outros temas, sinal de que o assunto desperta a atenção dos usuários.
A proposta da Anatel e as contribuições dos usuários serão analisadas pela área técnica do órgão regulador e enviadas à Advocacia-Geral da União (AGU), que emitirá um parecer. As inovações serão votadas e aprovadas ainda neste ano pela Anatel.

Da Folha PE

sábado, 8 de outubro de 2011

Prefeitura de Limoeiro lança internet de graça na principal praça da cidade


A modernidade tem sido uma constante na administração pública municipal de Limoeiro. Após informatizar todas as secretarias e diretorias, nesta sexta-feira (06) a prefeitura passou a oferecer gratuitamente acesso à internet na Praça da Bandeira, Centro da cidade. Com a novidade, a população internauta passa a contar com importante serviço de busca, pesquisa e informação. De acordo com o prefeito Ricardo Teobaldo, a ação faz parte do processo e reforma e revitalização da praça, reinaugurada no mês de agosto. “Finalizamos as obras de infraestrutura, jardinagem e iluminação, e agora estamos implantando o serviço de internet grátis. Além do que também estaremos instalando o sistema de câmeras de segurança na Praça da Bandeira”, destacou o prefeito.

O serviço gratuito de acesso a internet na principal praça do município é um dos pioneiros do interior do Estado. Segundo o técnico em informática da prefeitura de Limoeiro, Ítalo Gustavo, foram realizados vários dias de testes para garantir a qualidade da prestação do serviço. “Realizamos inúmeros testes com notebooks, celulares e iphones para garantir o acesso sem problemas. Em qualquer ponto da praça o usuário terá o acesso garantido”, explicou Gustavo. Ele também informou que para utilizar o serviço não será necessário informar senha. “O internauta clicará no ícone que será detectado pelo equipamento e já poderá navegar pela rede”, completou.

Inicialmente, o serviço estará disponível duas horas por dia para cada computador. “O usuário poderá utilizar o seu tempo de forma total ou parcial. Quando o acesso for detectado pelo sistema tecnológico o tempo passará a ser registrado. Mas ele pode acessar uma hora pela manhã e mais uma hora pela tarde. A forma de utilização do tempo ficará a critério da pessoa”, explicou Ítalo. Visando garantir a segurança dos internautas, a internet só ficará disponível até a zero hora. “A partir desse horário o sistema será desligado, voltando no outro dia pela manhã”, alertou o técnico. Já referente aos sites pornográficos foi implantado um bloqueador, para evitar páginas de conteúdos indesejáveis para o coletivo. “Nossa proposta é oferecer uma verdadeira prestação de serviço para o vendedor, para o estudante, para o professor e até mesmo para aquele que busca lazer, mas de forma sadia e instrutiva”, pontuou Teobaldo. (Imagem Edvaldo Carvalho)
Fonte: Blog do Agreste

sábado, 30 de julho de 2011

'Deprimido' reclama que ninguém o cutuca no Facebook e vira hit na web


Laura BrentanoDo G1, em São Paulo
José Rossoni Rodrigues, de 22 anos, hoje tem mais de 5 mil amigos no Facebook (Foto: Arquivo Pessoal)
Chateado com o fim do namoro de 4 anos, 
José Rossoni Rodrigues, de 22 anos, desabafou para o irmão que ninguém se interessava por ele e nem mesmo o "cutucava" no Facebook. Há pouco mais de três meses cadastrado na rede social, Rossoni tinha sido "cutucado" uma única vez por sua melhor amiga. Pior: o "cutucão", uma das funções para chamar a atenção de alguém na rede social, só aconteceu a pedido dele.

No domingo à noite, o irmão de Rossoni publicou o seu desabafo no YouTube com o título: “Ninguém me cutuca no Facebook”. Nesta sexta (29), o vídeo atingiu a marca de 700 mil acessos. De 95 amigos na rede social, Rossoni passou para quase 5 mil e 1 mil solicitações ainda pendentes.


“Eu nem sei dizer quantas cutucadas eu já recebi. Na quarta-feira (27), a página mostrava que 2 mil pessoas tinham me cutucado. Eu consegui responder para todos, mas logo apareceu o número 2 mil de novo. Não sei se existe um número máximo permitido de cutucadas”, contou Rossoni em entrevista ao G1. “Hoje, as pessoas estão reclamando que eu não cutuco de volta”.
José Rossoni conta receber mais de 2 mil cutucadas hoje (Foto: Reprodução)José Rossoni, de 22 anos, hoje tem quase
5 mil amigos no Facebook (Foto: Reprodução)
Rossoni mora em Porto Velho (RO) desde 2006 e trabalha em uma loja de telefonia móvel em um shopping. Depois do sucesso do vídeo, ele ficou com medo que pessoas na rua começassem a cutucá-lo. “Até agora, ninguém falou nada pessoalmente. Só na quarta-feira uma senhora me parou para dar conselhos e me deu uma cutucada na despedida”, contou.


Há pouco tempo, Rossoni descobriu que existia o recurso “cutucar”. “Vi no Facebook de um amigo várias pessoas cutucando ele. Então eu perguntei o que aquilo significava. ‘São pessoas que querem mexer com você’, ele me disse. Acho que isso ficou no meu inconsciente”, conta. “No dia do vídeo, eu tinha na minha cabeça que cutucar significava ser visto e reparado. Mas como eu tava um pouco alterado, não consegui me expressar direito”. Tanto, que Rossoni acabou criando a palavra "tucutar", hoje repetida pelos usuários da rede social.
Com contas cadastradas no Orkut e Twitter há mais tempo que no Facebook, Rossoni contabilizava apenas 23 seguidores antes do vídeo. “Desse número, sete eram contas que eu criei para amigos só para eles me seguirem, mas eles nunca usaram”.
Da mesma forma que havia pessoas mais populares no passado, esse padrão se reflete
na dimensão digital também"
Sandro Caramaschi, professor de psicologia
Rossoni se considera uma pessoa de poucos amigos. “Hoje, sou popular por causa do vídeo. As pessoas querem estar por perto de quem é popular”.
Reflexo da vida realSegundo o professor de psicologia Sandro Caramaschi, as redes sociais são um espelho da vida real. “O Facebook reflete os padrões que temos na vida cotidiana. Há pessoas que são mais populares, outras mais solitárias e menos procuradas”, explica.


Um estudo realizado com usuários do Facebook indica que a maioria dos relacionamentos que o usuário mantém no site é com pessoas já conhecidas pessoalmente. “Na prática, o Facebook acaba replicando relações já pré-existentes. É basicamente o que acontece nas grandes cidades. Mesmo morando em São Paulo, os relacionamentos se restringem a um grupo da sua convivência pessoal”.


Caramaschi explica que a internet é uma transferência do espaço de socialização. O que antes acontecia nas praças e nos shoppings, mudou para as redes sociais. “Da mesma forma que você tinha pessoas mais populares e impopulares, esse padrão se reflete na dimensão digital também”, conclui.
Fonte: G1

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Ministro das Comunicações calcula que Brasil terá internet entre as três mais baratas no continente

O valor de R$ 35 para o acesso à internet com velocidade 1 Mbps (megabite por segundo) “é razoável” e fará com que o Brasil esteja entre os três países da América do Sul com acesso mais barato à rede mundial de computadores. A avaliação foi feita nesta quinta-feira (21) pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ao participar do programa Bom Dia, Ministro, da EBC Serviços e da Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Esse valor entra em vigor a partir de 1º de outubro para as operadoras de telefonia, empresas de TV a cabo e provedores que aderirem ao Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).Paulo Bernardo calcula que, até o fim do ano, 800 municípios estarão com internet a R$ 35. Além da adesão das empresas privadas ao PNBL, o governo atua no “atacado” para disponibilizar a rede de fibra ótica da Telebrás, em instalação, a pequenos provedores em contratos que prevejam a oferta do serviço conforme o valor estabelecido no plano, diz o ministro. Segundo ele, até dezembro, a rede estará em funcionamento em São Paulo e Brasília.Para o ministro, a concorrência pode baixar ainda mais o preço da internet ou forçar a oferta de melhores serviços pelo mesmo valor. “Vai ter que baixar ou aumentar a velocidade”, afirmou Paulo Bernardo, durante o programa de rádio Bom Dia, Ministro, da EBC Serviços e da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, transmitido hoje (21) de manhã, de Brasília.A adesão ao PNBL não tem como condições a qualidade e a regularidade do serviço, a exigência da velocidade de 1 Mbps é nominal. Os provedores se comprometem apenas a entregar no mínimo 10% da velocidade contratada. De acordo com o ministro, estão em tramitação na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) regras fixando os parâmetros da oferta de internet por telefonia e por TV a cabo.Segundo ele, o governo também trabalha para que as empresas tenham “metas de competição” e sejam forçadas a ceder espaço disponível em suas redes de fibra ótica para a passagem de sinal das concorrentes. O propósito é “evitar que uma empresa sufoque a outra. Se não estiver usando, vai ser obrigada a ceder”.Paulo Bernardo se diz consciente de que o barateamento do acesso à internet vai aumentar a demanda sobre a estrutura por onde trafegam as informações da rede. “Nós precisamos, paralelamente, de construir redes para dar conta disso”, disse o ministro. A conta no governo é que, até 2014, sejam gastos R$ 10 bilhões com redes de fibra ótica, satélites, novo cabo submarino ligado à América do Norte (e eventualmente outro, ligado à Europa).O ministro disse que, durante a Copa do Mundo de 2014, as 12 cidades-sede terão que contar com serviços de internet ultrarrápida (de 50 a 100 megabites por segundo), para dar suporte ao trabalho dos jornalistas que cobrirão o Mundial de Futebol no Brasil. "A capacidade instalada vai ficar como legado.”Durante o programa de rádio, o ministro ainda anunciou que, até abril do ano que vem, o governo fará licitação de um canal de radiodifusão para provimento de telefonia e internet na zonar rural. No próximo ano, também haverá licitação para o telefone celular de 4ª geração (4G), com maior capacidade de transmissão de dados.De acordo com Paulo Bernardo, o acesso à internet favorece o crescimento econômico. Para cada 10% da população que pode usufruir da rede, há um crescimento de 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB).
Fonte: Agência Brasil/Ne10