sábado, 6 de junho de 2015

Conheça as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus


Foto: Google Imagens

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus tem sua origem na própria Sagrada Escritura. O coração é um dos modos para falar do infinito amor de Deus por cada um de nós. Este amor encontra seu ponto alto com a vinda de Jesus.

A devoção ao Sagrado Coração, de um modo visível, aparece em dois acontecimentos fortes do Evangelho: o gesto de São João, discípulo amado, encostando a sua cabeça em Jesus durante a Última Ceia (cf. Jo 13,23); e, na cruz, onde o soldado abriu o lado de Jesus com uma lança (cf. Jo 19,34).
Em um acontecimento temos o consolo de Cristo pela dor na véspera de Sua morte. No outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade.
Estes dois exemplos do Evangelho nos ajudam a entender o apelo de Jesus feito em 1675 a Santa Margarida Maria Alacoque: “Eis este Coração que tanto tem amado os homens… Não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios, indiferenças… Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpo de Deus) seja dedicada a uma festa especial para honrar o Meu Coração, comungando, neste dia, e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares. Prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino Amor sobre os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada.”
O beato João Paulo II sempre cultivou esta devoção e sempre a incentivou a todos que desejam crescer na amizade com Jesus. Em 1980, no dia do Sagrado Coração, ele afirmou: “Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a liturgia da Igreja concentra-se, com adoração e amor especial, em torno do mistério do Coração de Cristo. Quero, hoje, dirigir, juntamente convosco, o olhar dos nossos corações para o mistério desse Coração. Ele falou-me desde a minha juventude. Cada ano, volto a este mistério no ritmo litúrgico do tempo da Igreja.”
Conheça agora as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque:
1ª Promessa: “A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração”;
2ª Promessa: “Eu darei aos devotos de Meu Coração todas as graças necessárias a seu estado”;

3ª Promessa:
 “Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias”;

4ª Promessa:
 “Eu os consolarei em todas as suas aflições”;
5ª Promessa: “Serei refúgio seguro na vida e principalmente na hora da morte”;
6ª Promessa: “Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos”;
7ª Promessa: “Os pecadores encontrarão, em meu Coração, fonte inesgotável de misericórdias”;
8ª Promessa: “As almas tíbias tornar-se-ão fervorosas pela prática dessa devoção”;
9ª Promessa: “As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição”;
10ª Promessa: “Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos”;

11ª Promessa:
 “As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração”;
12ª Promessa: “A todos os que comunguem, nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna”.
Fonte: Canção Nova

IFPE abre seleção para mestrado em Gestão Ambiental

Serão oferecidas 20 vagas para o curso, que começa em fevereiro de 2016 / Foto:
Serão oferecidas 20 vagas para o curso, que começa em fevereiro de 2016Foto:
O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) lançou o edital do processo seletivo para o programa de Mestrado Profissional em Gestão Ambiental da Instituição. Serão oferecidas 20 vagas para o curso, que tem início marcado para fevereiro de 2016. As inscrições para a seleção começam no dia 8 de junho e vão até 3 julho, exclusivamente pela internet.

Para realizar a inscrição, é cobrada uma taxa de R$ 50 e que deve ser paga em agências do Banco do Brasil. Os candidatos que não puderem pagar essa taxa poderão solicitar isenção. O benefício será concedido para inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e membros de família de baixa renda.

O mestrado oferece duas linhas de pesquisa. A primeira em Gestão para a Sustentabilidade e a segunda, em Tecnologias e Inovações Ambientais. A seleção incluirá etapas como análise de documentação, prova escrita de conhecimento específico, prova de Suficiência em língua inglesa, análise curricular, além de apresentação e análise do Pré-projeto.

O objetivo do programa é formar recursos humanos de alto nível visando o trato competente da gestão ambiental para sustentabilidade, de forma a atender às demandas dos setores públicos e privados. O público alvo são os profissionais que atuam diretamente ou indiretamente na área de Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável ou ainda os interessados em ingressar nesse campo do conhecimento.

Mais informações podem ser adquiridas através do telefone (81) 2125-1774.

Fonte: Ne10

Evangélicos farão marcha contra homofobia na Parada Gay


A caravana, batizada "Jesus Cura a Homofobia" para se contrapor à "cura gay", lançou um chamado no Facebook -até a noite de sexta (5), 420 pessoas aderiram a ela

Foto: Reprodução do Facebook

Um grupo de pastores e fiéis evangélicos marcharão rumo à Parada Gay no domingo (7). Na avenida Paulista, começam a missão: converter o máximo de almas possíveis. Almas homofóbicas, no caso.
Para achá-los no dia, procure por pontos brancos no mar de glitter colorido e tutus de bailarina no evento LGBT. "A ideia é que todos vistam camisetas claras. É uma proposta de paz. Um anseio pela quebra desta corrente de ódio que se retroalimenta", diz José Barbosa Júnior, 44, teólogo da igreja Batista e autoproclamado "pastor marginal".
A caravana, batizada "Jesus Cura a Homofobia" para se contrapor à "cura gay", lançou um chamado no Facebook -até a noite de sexta (5), 420 pessoas aderiram a ela.
Casado há dois anos com Ellen, Júnior afirma que não é preciso estar "no armário" para "pedir perdão pela forma como a igreja trata os homossexuais". "O cristianismo sempre tem que estar a favor daquele que é oprimido", diz.
Nos cartazes que empunharão domingo, os dizeres "Malafaia e Feliciano não nos representam". A pregação contra direitos LGBT dos pastores Silas Malafaia e Marco Feliciano propagam, para Júnior, é o teto de vidro de sua fé.
A reação religiosa ao comercial da Boticário não foi a primeira pedra que o estilhaçou -mas foi decisiva, diz Danilo Fernandes, 48, dono do Genizah, um dos sites mais influentes entre evangélicos.
Ele critica o boicote à marca de cosméticos que divulgou uma campanha com casais do mesmo sexo se abraçando ao som de "Toda Forma de Amor", de Lulu Santos. O Genizah ilustra um artigo sobre o tema com uma imagem de Jesus e Judas em seu cangote. A legenda: "Hmm, cheiroso".
Cita Desmond Tutu, que lutou contra o apartheid na África do Sul, e Martin Luther King, líder dos direitos civis nos EUA, como evangélicos "que entenderam a separação entre Estado e igreja".
"Amar o próximo que é parecido com você é muito fácil. Foi com as prostitutas que Jesus se sentou para comer."
Para Danilo, os fiéis devem lembrar que várias marcas apoiam a causa LGBT, "do Facebook ao McDonald's". E que boicotar perfume, além de hipocrisia, "é picuinha".
Após dezenas de reclamações de consumidores, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) abriu na terça (2) um processo ético para analisar o comercial. Uma mulher insatisfeita, por exemplo, disse que a Boticário pecava ao mostrar essas famílias "como se fosse normal". "Não tenho preconceito contra homossexuais, inclusive luto para que encontrem o caminho de Deus".
José Barbosa Júnior diz que líderes religiosos querem mandar um recado ao atacarem a empresa: o de que "evangélicos têm poder de barganha econômica. Se não fizeram o que mandamos, podemos mexer na economia".
DIZ A BÍBLIA - Cravar se a Bíblia condena homossexuais "talvez seja a mais polêmica das perguntas", diz Júnior. "Literalmente, sim, ela faz isso. Mas há teólogos que defendem uma outra interpretação bíblica, levando em conta contextos históricos, políticos e sociais."
Para Malafaia, 56, não dá para relativizar. Ele enumera passagens no Novo Testamento: "Coríntios" lacra o "reino de Deus" a "devassos, idólatras, adúlteros, efeminados e sodomitas"; "Romanos" fala de "homens com homens" que "receberam o castigo merecido por sua perversão".
Para o pastor, o quórum da caravana gospel pró-LGBT "não é nem 0,000001% dos milhões de evangélicos. Não representa porcaria nenhuma, tô dando gargalhada".
Malafaia compara: "Querida, imagina se alguém faz a Igreja das Prostitutas Católicas. Cada um pode inventar a igreja que quiser. Nem Jesus foi unânime. Nem todo mundo diz amém ao que eu falo".

Fonte: JC Online

Trem do Forró sai de Recife e anima passageiros ao som do pé-de-serra

Público esperava os vagões do Trem do Forró, que seguiu em direção ao Cabo de Santo Agostinho. Crédito: Júlio Jacobina/D.P./D.A Press
Público esperava os vagões do Trem do Forró, que seguiu em direção ao Cabo de Santo Agostinho. Crédito: Júlio Jacobina/D.P./D.A Press


A poeira subia enquanto os passageiros que esperavam o Trem do Forró dançavam no pátio da ferrovia Transnordestina, em frente ao Forte das Cinco Pontas, no bairro de São José. Foi dali que os dez vagões da composição saíram, neste sábado, em um percurso de 84km até o Cabo de Santo Agostinho. Ao som do forró pé-de-serra, o público pagante se preparava para mais cinco horas de música e dança ao longo do caminho. Esta é a primeira saída do trem, que vai circular até 27 de junho, sempre aos fins de semana.

Em 2015, a iniciativa completa 25 anos, com a novidade de um novo percurso, desta vez na Paraíba, entre João Pessoa e Cabedelo. Em ambos, trios de forró comandam a festa. São esperados cerca de 16 mil passageiros nas duas versões do Trem do Forró, sendo 30% formados por turistas de outras partes do Brasil. A ação conta com doze passeios, sendo sete em Pernambuco e mais cinco na Paraíba. 

Entre os participantes, estavam casais, famílias e grupos de amigos que queriam fazer um aquecimento para o São João. Entre eles, está a contadora Rosângela Ferreira, que aproveitou para levar a filha Emily, de 2 anos, junto com a mãe e a tia-avó. “Esta é a minha primeira vez aqui. Nem curto tanto forró, mas minha filha gosta de passear e sempre falava do trem ao ver os comerciais. Vim por ela”. 

Já a auxiliar financeira Patrícia Santos deixou para comemorar o aniversário, completado em 31 de maio, justamente no Trem do Forró, frequentado por ela há 7 anos. “Gosto da alegria, da animação, e os sanfoneiros tocam tudo o que a gente pede”. Os grupos maiores também compartilhavam da expectativa de viverem o São João de forma inusitada. A professora Kátia Maria e a sócia da agência de turismo Nosares Tur, Nádia Torres, estavam em um mesmo grupo, de 18 pessoas, e também foram conferir o Trem do Forró. “Sou maranhense e moro no Recife há 3 anos, mas sempre dizia que ainda passearia nele”, afirma Nádia.

SERVIÇO
Trem do Forró 2015
Quando: 06 e 07 (já esgotados), 13, 14, 20, 21 e 27 de junho, no Recife; 13, 14, 20, 21 e 27 de junho, em João Pessoa
Horário: Concentração às 15h e saída às 16h
Ingressos: Entre R$ 100 e R$ 110 com saída do Recife e R$ 90 com saída em João Pessoa
Informações: www.tremdoforro.com.br

Fonte: Diário de PE

Lei garante afastamento de professores do trabalho para cursar mestrado e doutorado


Na medida em que alguns setores do funcionalismo público federal reclamam dos baixos salários e de um plano de carreira mais sólido, eis que uma boa notícia, pouco divulgada na mídia nacional, surge para dar um certo alívio àqueles que planejam dar continuidade à sua formação acadêmica e profissional.

O Governo Federal incluiu entre os 325 artigos da Medida Provisória Nº 441 de 29 de agosto de 2008, que reajustava salários e instituía mudanças no Regime Jurídico único dos servidores, mais algumas vantagens, minimizando as diferenças na carreira de professores e demais funcionários públicos federais.

Desde de fevereiro de 2009, qualquer servidor público poderá licenciar-se para fazer mestrado (até dois anos) e doutorado (até quatro anos), no país ou no exterior, em qualquer programa de pós-graduação reconhecido pela CAPES, recebendo salário integral, férias, 13º salário e usar o tempo da licença para sua aposentadoria, através da Lei Nº 11.907 de 02 de Fevereiro de 2009, disponível na internet na página do Governo Federal, através do linkhttp://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/Lei/L11907.htm .

De acordo com a nova lei, que corrige o Capítulo V da Lei Nº 8.112 de 11 de dezembro de 1990, passando a vigorar acrescido da Seção IV, Art. 96-A e demais parágrafos, o servidor público poderá “no interesse da Administração, e desde que a participação não possa ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário, afastar-se do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, para participar em programa de pós-graduaçãostricto sensu em instituição de ensino superior no País”.

Em conformidade com o artigo, o parágrafo primeiro autoriza o dirigente máximo do órgão ou entidade que o servidor trabalha, a definir de acordo com a legislação vigente, os programas de capacitação e os critérios para participação em programas de pós-graduação no País, com ou sem afastamento do servidor. Os critérios e programas de pós-graduação serão avaliados por um comitê ad hoc (constituído para este fim). A nova lei, no entanto, não aborda a licença para cursos de especialização (lato sensu).

Mas o afastamento do servidor público só poderá ser concedido apenas àquele que esteja em exercício há pelo menos 3 (três) anos para o mestrado e 4 (quatro) anos para o doutorado, incluído o período de estágio probatório e que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares nos 2 (dois) anos anteriores à data de solicitação de afastamento. Quando do seu retorno, deverá permanecer na sua unidade de origem por um período igual ao do afastamento concedido. Caso o servidor venha pedir exoneração do cargo ou aposentadoria, antes de cumprir o período de permanência previsto, ele deverá ressarcir o órgão ou entidade dos gastos com seu aperfeiçoamento, e de igual modo caso ele não venha obter o título ou grau que justificou o seu afastamento.

Fonte: osvaldofisica.blogspot.com.br

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Estádio dos Aflitos e Sede do Náutico irão a leilão

Sede do Náutico é alvo de novo processo judicial
Sede do Náutico é alvo de novo processo judicial

O estádio dos Aflitos e a sede do Náutico irão a leilão na próxima segunda-feira. A informação é do Tribunal Regional do Trabalho de Pernambuco.
Segundo o TRT, os bens disponibilizados fazem parte de processos judiciais de 23 Varas Trabalhistas do Recife. No caso do Náutico, não foi informado qual ação.
O leilão terá ainda outros imóveis, além de veículos, equipamentos laboratoriais e de informática, eletroeletrônicos, máquinas e equipamentos industriais diversos, toldos e mobiliário.
O arremate também conta com itens inusitados, como milhares de litros de cerveja, água mineral e gasolina até caixões funerários, microscópio e armações de óculos de grau, de acordo com o TRT.
Não é a primeira vez que a sede do Náutico é colocada em leilão. Nas outras vezes, a diretoria do clube conseguiu acordo e evitar o arremate.

Fonte: JCOnline

Comissão aprova exame nacional para avaliar professores da educação básica

Lucio Bernardo Jr
dep. Professora Dorinha Seabra Resende
Professora Dorinha Seabra Rezende: a certificação, bem aplicada, constitui elemento importante de valorização e de distinção profissional
A Comissão de Educação aprovou a criação do Exame Nacional de Avaliação do Magistério da Educação Básica (Enameb), previsto no Projeto de Lei 6114/09, do Senado.
O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), que altera diversos pontos do projeto original, como o objetivo do exame, sua periodicidade e a aplicação.
O projeto original determina que o exame tenha como objetivo avaliar o desempenho dos professores, enquanto a proposta aprovada pela comissão determina a avaliação dos conhecimentos dos docentes.
Na primeira versão, os resultados poderiam ser utilizados como parte de programas de avaliação de desempenho e progressão de carreira, mas o texto aprovado diz que o exame poderá ser utilizado para processos de seleção temporária ou programas de avaliação de conhecimentos e habilidades.
Sem gratuidade
Outro ponto alterado diz respeito à gratuidade do exame, prevista no projeto original, mas retirada do texto de Dorinha.
A inscrição no teste continua sendo voluntária, como prevê o texto original, e professores de escolas públicas e privadas de educação básica poderão participar. Candidatos ao ingresso no magistério também poderão participar.
O período de aplicação também foi alterado. No texto original, os professores fariam os exames a cada cinco anos, mas a comissão preferiu diminuir a periodicidade para dois anos. Professores de educação indígena e quilombola também poderão ser avaliados.
Provas diferentes
As provas terão partes diferentes: uma comum a todo o território, e outra que diga respeito à região em que trabalha o professor. Também poderão ser usadas para levantar o perfil dos professores e suas condições de trabalho.
A deputada Professora Dorinha destacou que exames são ferramentas para qualificação e valorização dos professores, sendo utilizados em vários países como Estados Unidos e Alemanha.
Ela analisou diversos relatórios apresentados ao projeto no decorrer da sua tramitação para embasar o substitutivo apresentado. “A certificação, bem aplicada, constitui elemento importante de valorização e de distinção profissional”, ressaltou.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Fonte: Agência Senado
Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Newton Araújo









quinta-feira, 4 de junho de 2015

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Ignorância: Vereadora manda evangélicos não comprarem produtos de empresa que retratou casais gays em comercial de Tv

eliza virgínia

O comercial da empresa de perfumaria ‘O Boticário’, que aparecem casais heterossexuais e homossexuais  em demonstrações de afeto e trocando presentes da marca para celebrar o Dia dos Namorados, continua sendo alvo de críticas. A vereadora de João Pessoa, Eliza Virgínia (PSDB), revelou, em entrevista ao Paraíba Já, que vai usar sua página nas redes sociais para uma campanha contra a empresa que segundo ela, está ‘incentivando o homossexualidade’ e recomendou que os evangélicos façam um boicote a marca.
A campanha, batizada de ‘Não compre Boticário no Dia dos Namorados’, estaria ‘normalizando’ a homossexualidade, que segundo Eliza não seria ‘normal’. “Os casais evagelicos não devem se presentear com esses produtos. Essa história de colocar na TV e redes sociais esse tipo de casal fere o modelo cristão e da família”, disse.
Para a tucana, existe uma ‘estratégia’ de ativistas do movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) para fazer uma suposta ‘lavagem cerebral’ para ‘tirar a heterossexualidade da sociedade’. “O modelo de casal é macho e fêmea, os que acham diferente são os formadores de opinião, que tentam inserir na sociedade que a união de pessoas do mesmo sexo é natural”, criticou.
Fonte: Paraíba Já

Ken humano deve ser enterrado no mesmo túmulo do irmão

(Foto: Reprodução/Rede Record)
(Foto: Reprodução/Rede Record)
Como já noticiado, Celso Pereira Borges, conhecido como Celso Santebanes, o Ken Humano, morreu na tarde desta quarta-feira, 4. O modelo de 20 anos estava internado desde o dia 26 de maio, para tratamento contra leucemia. Ele lutava contra a doença desde janeiro, quando teve o diagnóstico. Celso esteve internado durante três meses e chegou a ficar em coma por um mês.
A informação foi confirmada pela tia do modelo Marília Pereira Borges. O corpo ainda está em Uberlândia e deve chegar em Araxá, na madrugada de sexta-feira (5). Marília contou ao site G1 que estava na igreja rezando pelo sobrinho quando ficou sabendo da notícia. “Eu estava com minha família na igreja, pedindo pra Deus força para o Celso quando meu marido chegou e me contou. Eu desmaiei. Eu não aguento. O sonho dele era muito, mas Deus não permitiu”, comentou Marília.
(Foto: Divulgação)
Celso perdeu um irmão, devido à uma hantavirose, há cerca de quatro anos, de acordo com Marília. Ela disse que o modelo será enterrado próximo ao outro sobrinho no Cemitério São João Batista. Segundo ela, o local do velório ainda não foi definido, porém como o irmão dele foi velado na casa dos avós ela acredita que ele também seja.
Quem estava com Celso no momento em que o quadro de saúde do modelo se agravou era o avô dele, José. “O Celso não fez nenhum pedido especial. Ele não pensava na morte, achava que iria sobreviver. O sonho dele era ter um programa e dar uma casa para a Dona Teresinha, a avó que o criou”, contou o tio do modelo.
Fonte: TV Foco

Bibliotecas públicas digitais do Brasil tem mais 1 milhão de livros à disposição




A Era digital é cada vez mais uma realidade em nosso país. A cada dia o número de internáutas aumenta e cresce entre os jovens a popularização dos recursos tecnológicos. A educação a distância, também chamada de EAD, é  a que mais cresce no Brasil.
Com isso, o governo tem investido em documentos, publicações e títulos, à disposição da população de forma gratuita em seus sites. São cerca de mais de um milhão de títulos, que infelizmente boa parte da população não tem conhecimento e que podem deixar de existir por falta de acessos, a exemplo do site DOMÍNIO PÚBLICO.

Conheça abaixo os principais acervos digitais públicos:
- Senado Federal: http://www2.senado.leg.br/bdsf/
- Câmara dos Deputados: http://bit.ly/camarabd
- Biblioteca Nacional: http://bndigital.bn.br/
- Portal DomínioPúblico: http://www.dominiopublico.gov.br
- Sebrae: http://bis.sebrae.com.br/bis/
- Universidade de São Paulo: http://www.teses.usp.br
Agora é só acessar e encontrar o que precisa!


Por João Paulo Lima, com informações do Portal Senado.

Profissões do Futuro: Área ambiental tem três carreiras promissoras

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,profissoes-do-futuro-area-ambiental-tem-tres-carreiras-promissoras,1699137O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,profissoes-do-futuro-area-ambiental-tem-tres-carreiras-promissoras,1699137

Da engenharia à pesquisa acadêmica, o desafio é combinar desenvolvimento e sustentabilidade

Quem olha para o presente e o futuro climático do planeta enxerga recortes de qualidade de vida, sustentabilidade e impacto ambiental – preocupações que em geral são aumentadas nas pessoas que estudam e trabalham na área. Ao juntar as peças do quebra-cabeça, elas tentam entender o cenário e encontrar formas técnicas, físicas e comportamentais de evitar e combater poluição, escassez de recursos e propor soluções tecnológicas e programas de preservação que respeitem populações, culturas tradicionais, fauna, flora, água, ar.
Por motivos óbvios de sobrevivência e inovação, engenharias, gestões e gerências ligadas à área ambiental são carreiras do presente que têm futuro. Os caminhos para construir a trajetória profissional nessas áreas passam primeiro por consultar no detalhe o currículo de cada escola e conversar com profissionais formados e professores. O que é estudado, ensinado, exercitado, qual é o mercado de trabalho – é preciso antes do vestibular conhecer as disciplinas e cargas de exatas, humanas e biológicas e, sabendo da própria disposição e preferência, colocar esforço e inteligência no conjunto de atividades e teorias que tiver mais a ver com isso tudo. Em tese, todos esses caminhos prometem conduzir ao desenvolvimento sustentável, seja ele humano, ecológico, industrial ou de infraestrutura. Seja ligado à obtenção de energia, ao saneamento ou à drenagem de águas da chuva. Pode estar relacionado também com fabricação de cerveja, manejo florestal ou produção de comida. Ainda que sejam distintas, as atividades se esbarram, se encontram. Muitas vezes são complementares.
engenharia ambiental está ligada à resolução de problemas técnicos, à construção de uma barragem, por exemplo. Avalia se para abrir caminhos é necessário alagar mais ou menos uma região e remover pessoas. Calcula prós e contras do empreendimento. Propõe saídas. Entre outras muitas possibilidades, busca formas de produzir menos lixo e de encaminhar o que é gerado.

gestão investiga a região, as pessoas, a qualidade de vida. O que e como produzem, quanto gastam e ganham. Descobre de que maneira uma barragem, repetindo aqui o exemplo anterior, afetará a dinâmica e a rotina do lugar e de quem vive ali. Quanto vai custar, econômica, social e ambientalmente? Quais os benefícios? O gestor estuda as formas sustentáveis de usar e obter água, de usar e cultivar a terra, de cuidar da floresta.
gerência das relações ecológicas estabelece uma ligação entre as partes, promove a comunicação entre engenheiros, gestores, funcionários, pessoas da sociedade, campanhas. Um exemplo: a empresa pode ter um gerente que convence, orienta, monitora, fiscaliza e encaminha campanhas de sustentabilidade, a fim de obter resultados e índices corretos.
Sucesso subjetivo – “Observamos uma tendência de ir além da busca por remuneração, status e segurança”, diz a professora Tania Casado, especialista em carreira e uma das coordenadoras do Programa de Estudos em Gestão de Pessoas da Fundação Instituto de Administração (FIA). “Há uma preocupação com o sucesso subjetivo, a busca por significado, o orgulho do trabalho alinhado aos valores do indivíduo. Nesse sentido, a área socioambiental reúne características bastante contemporâneas e se abre para novas modalidades de atuação.”
Engenharia, gerência e gestão, se abrem para atuações na área educação ambiental, de conscientização, e na pesquisa científica. Têm lugar no escritório e no trabalho de campo. Na engenharia e na gestão, em especial, surge a oportunidade de botar a mão na terra ou passar uma temporada entre os ribeirinhos para entender a dinâmica das chuvas em suas vidas, entre outras experiências. Atraídos sobretudo pela possibilidade de contribuir para o desenvolvimento sustentável e inovador, muitos ocupam posições em organizações não-governamentais, indústrias, instituições públicas e privadas, consultorias. Se engajam em causas ambientalistas. São contratados por empresas.
Desde 2013 a procura por executivos de áreas ambientais cresce 5% ao ano. “A demanda maior costuma ser gerada por gerências de saúde, segurança e meio ambiente que contratam engenheiros ambientais ou até mesmo formados em outra engenharia, mas que tenham ao menos uma pós-graduação em ambiental”, diz Rodrigo Maranini, gerente de engenharia e logística da Talenses, consultoria especializada no recrutamento de executivos.  Segundo Maranini, o salário médio de um coordenador com inglês fluente é de R$ 13 000,00. Um gestor de fábrica recebe entre R$ 15 000,00 e R$ 19 000,00. O gestor corporativo, de R$ 17 000,00 a R$ 25 000,00. “Preocupadas com imagem e resultado financeiro, as empresas agora sabem que a matéria-prima não é infinita, não somos autossuficientes em energia e para estar de acordo com normas regulatórias e auditorias é importante envolver cada vez mais cedo nos negócios áreas relacionadas ao meio ambiente.”
Ao mapear tendências de carreira até 2020, uma pesquisa do Programa de Estudos do Futuro da FIA mostrou que a área ambiental é das mais promissoras e acena com profissões relativamente novas, como a gerência de ecorrelações. No levantamento, a engenharia ambiental também está em evidênciaJunto à gestão ambiental, elas compartilham o desafio de combinar desenvolvimento e sustentabilidade e podem coexistir em diversos cenários, atuando de forma complementar ou em lados opostos. Gestores e engenheiros encontram-se, por exemplo, na realização de estudos de impacto ambiental, os chamados EIA, que mapeiam em profundidade riscos sociais e ambientais de um empreendimento, prós e contras de se erguer uma hidrelétrica ou uma indústria e de fazer a transposição de um rio.
Engenharias, gestões e gerências ligadas à área ambiental são carreiras do presente que têm futuro
Engenharias, gestões e gerências ligadas à área ambiental são carreiras do presente que têm futuro
Gerência de ecorrelações – O levantamento de carreiras do futuro da FIA foi realizado há seis anos. O cargo de gerente de ecorrelações, ao menos com esse nome, ainda é incomum nos organogramas. É provável que isso seja apenas uma questão de nomenclatura, porque a importância de um personagem com conhecimento técnico e em legislação ambiental é reconhecida por todas as fontes especializadas ouvidas pelo Estado. Seu lugar existe.
Na descrição, o gerente de ecorrelações “se comunica e trabalha com consumidores, grupos ambientais e agências governamentais para desenvolver e maximizar programas ecológicos.” Geralmente formado na engenharia ou na gestão ambiental (bacharelado ou graduação tecnológica, um curso mais curto), precisa saber ouvir e falar bem para intermediar o diálogo entre a indústria e os moradores de uma cidade, a comunidade e um órgão governamental, e entre os funcionários e setores de uma companhia, transmitindo conhecimento e promovendo negociações.
Engenharia ambiental – A rigor, o engenheiro é quem cria, projeta e implementa tecnologias a fim de resolver problemas técnicos que nas situações socioambientais estão ligados ao uso e à preservação dos recursos naturais. São questões de lógica e cálculo, sim, mas também relacionadas às transformações causadas pelo homem e que interferem na vida. “É comum o aluno pensar que pode ser um curso muito voltado a uma ecologia ou a uma biologia e quando chega aqui já tem um pequeno choque. Sempre que apresentamos nosso curso, precisamos destacar que é uma engenharia focada na resolução de problemas ambientais, na compreensão dos processos naturais, na ação do homem e no desenvolvimento de tecnologia de controle, monitoramento e investigação desses fenômenos”, afirma Rafael Manica, coordenador de engenharia ambiental da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que existe desde 2006 e registrou a disputa de 11 candidatos por vaga no último vestibular.
Depois dessa puxada mais forte na base técnica, surge uma carga interdisciplinar intensa com conhecimentos de química e biologia e em disciplinas que abordam processos atmosféricos, biológicos, de recursos hídricos, de saneamento e geológicos. “É esperado que [os alunos formados] façam diagnósticos e possam atuar em órgãos de gerenciamento e em empresas, no planejamento, na prevenção e proteção de recursos, na construção civil e também na educação ambiental. Não farão isso como educadores de formação, mas por meio da conscientização. O engenheiro ambiental trabalha muito na remediação de problemas, propondo soluções.”
Egresso da turma de 2004, a primeira de engenharia ambiental da Universidade Federal do Paraná, Helder Rafael Nocko hoje é vice-presidente da Associação Paranaense de Engenheiros Ambientais e diretor da Envex, consultoria especializada em engenharia ambiental. A depender do trabalho, as equipes da empresa incluem biólogos, advogados e assistentes sociais. A Envex é a autora de um prognóstico de qualidade da água do reservatório da usina de Belo Monte, na bacia do rio Xingu, um dos mais polêmicos empreendimentos de geração de energia do país. “A formação forte em engenharia e os conhecimentos em assuntos específicos, do tipo química, formas de controle ambiental, parte atmosférica e direito, abrem um campo enorme de atuação em estudos de impacto ambiental, ensino e pesquisa, planejamento de recursos hídricos, tratamento de água, redução e tratamento de resíduos sólidos e drenagem e destino de águas da chuva em áreas urbanas, na sustentabilidade industrial e em ONGs”, diz. 
Gestão ambiental – A maior preocupação do gestor ambiental talvez seja entender e harmonizar a relação das pessoas com o ambiente e os recursos em termos sociais e econômicos. Ele pode liderar estudos de impacto ambiental, fazer pesquisa científica ou desenvolver programas de educação para o uso racional da água e a reciclagem do lixo. Ao atuar na área de sustentabilidade, cuida não só de aspetos culturais, mas de monitoramento, análise e relatórios de desempenho.
O paulistano Renato Morgado, gestor ambiental pela Escola Superior de Agricultura Luiz De Queiroz (Esalq/USP) e autor de uma tese de mestrado que estudou a formação dos bacharéis na área, vive em Piracicaba e desde 2009 é funcionário do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora). A organização não-governamental apoia e incentiva o uso sustentável das florestas e da agricultura, trabalhando com certificações, políticas públicas e relações éticas entre empresas e comunidades tradicionais. Na Amazônia, Morgado participou recentemente de um diagnóstico socioambiental do município de Almeirim, no norte do Pará. O objetivo era entender as cadeias produtivas de castanha e açaí, a fim de propor um aprimoramento da produção. “O gestor ambiental tem uma formação voltada à compreensão a partir de pontos de vista diferentes e de forma integrada. Na gestão da crise hídrica, que é ao mesmo tempo um problema da capacidade das bacias, dos regimes de chuva e de saber como se faz a gestão da água e se estimula o consumo consciente, há ainda questões políticas, legais e econômicas. O gestor não vai fazer a obra da barragem, que é da engenharia, mas vai conhecer os instrumentos de gestão existentes ou criar novos para dar conta dos desafios”, explica.
Na Esalq, o currículo do curso abrange desde cálculo, matemática e estatística, bioquímica, microbiologia, física, direito, ecologia e história do movimento ecológico, até geoprocessamento, gestão urbana e de biodiversidade, auditoria e certificação e administração financeira e contábil. “Pela experiência que já tive em problemas técnico-jurídicos na temática ambiental, eu diria que o papel do gestor ambiental é sobretudo fazer uma ponte entre as diversas áreas e agentes”, avalia a professora Sílvia Miranda, do departamento de economia, administração e sociologia da escola. “Muitos conflitos entre segmentos produtivos e aqueles que têm ênfase na questão ambiental ocorrem pela falta de compreensão da complexidade técnica, política e econômica dos problemas e da necessidade de soluções mediadoras, de avanços tecnológicos, de melhoria na comunicação, do estabelecimento de instrumentos de compensação. Enfim, problemas que exigem uma visão interdisciplinar e uma capacidade de articulação e compreensão holística.”

Fonte: Estadão